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Veja como votou cada deputado do AM na PEC que anistia partidos por descumprirem repasse a candidaturas negras

TSE define que recursos destinados a pessoas pretas e pardas deve ser proporcional ao número total de candidatos no pleito. Proposta permite que partidos usem o Fundo Partidário para pagar multas eleitorais.

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Plenário da Câmara dos Deputados — Foto: Mário Agra / Câmara dos Deputados

A Câmara dos Deputados aprovou uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que pode livrar os partidos políticos de multas por descumprimento de repasses mínimos para candidaturas negras. A bancada do Amazonas ficou dividida durante os dois turnos de votação. Veja como votou cada um deles abaixo.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) define que recursos destinados a pessoas pretas e pardas deve ser proporcional ao número total de candidatos no pleito. A proposta permite que partidos usem o Fundo Partidário para pagar multas eleitorais.

O texto também cria um programa de refinanciamento de dívidas das siglas partidárias e permite a utilização de recursos do Fundo Partidário para pagar multas eleitorais.

Como votou cada deputado do AM- PEC da Anistia | 1º turno

  • Amom Mandel: Contra
  • Átila Lins: A favor
  • Pauderney Avelino: Contra
  • Saullo Viana: A favor
  • Sidney Leite: Contra
  • Silas Câmara: A favor
  • Capitão Alberto Neto: Ausente
  • Adail FIlho: Ausente

Como votou cada deputado do AM- PEC da Anistia | 2º turno

  • Amom Mandel: Contra
  • Átila Lins: A favor
  • Pauderney Avelino: Contra
  • Saullo Viana: Ausente
  • Sidney Leite: Contra
  • Silas Câmara: A favor
  • Capitão Alberto Neto: Contra
  • Adail FIlho: Ausente
PEC da Anistia

Antes de seguir para análise do Senado, a Câmara ainda analisará os chamados destaques — sugestões de mudança ao texto. Depois, a PEC ainda precisa passar por um segundo turno de votação na Câmara. Serão necessários, no mínimo, 308 votos.

A proposta é defendida amplamente por dirigentes partidários. No início deste mês, com apoio de lideranças partidárias, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), chegou a tentar votar o texto, mas recuou após uma sinalização de que não havia acordo junto ao Senado para apreciar a PEC.

Atualmente, a regra sobre os repasses a candidaturas negras não está na Constituição, mas segue um entendimento do Tribunal Superior Eleitoral(TSE), respaldado pelo Supremo Tribunal Federal (STF), de que os recursos destinados a pessoas pretas e pardas deve ser proporcional ao número total de candidatos neste perfil no pleito.

FONTE: Por G1 AM

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