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Justiça suspende decisão que negava bônus de 20% para aprovados pelo Sisu e Ufam deve retomar matriculas

Juiz Federal Substituto Lincoln Rossi da Silva Viguini suspendeu decisão inicial e disse que Tribunal Regional Federal da 1ª Região vai precisar decidir sobre benefício.

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Reitoria da Ufam em Manaus. — Foto: Divulgação/Ufam

A Justiça Federal suspendeu a decisão que negava a bonificação de 20% nas notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) para estudantes do Amazonas, nesta terça-feira (5). Com isso, a Universidade Federal do Estado (Ufam) deve retomar as matriculas de alunos aprovados no Sistema de Seleção Unificada (Sisu) 2024.

No dia 27 de fevereiro, a Ufam havia suspendido, por tempo indeterminado, a matrícula da chamada regular institucional dos aprovados no Sisu, após uma decisão da Justiça Federal de negar a bonificação aos estudantes do estado. 

Dias depois, a Advocacia-Geral da União (AGU) foi acionada pela Ufam para pedir a 3ª Vara Federal Cível da Justiça Federal que reconsiderasse a decisão. 

Nesta terça, o Juiz Federal Substituto Lincoln Rossi da Silva Viguini suspendeu a decisão inicial de negar a bonificação para os estudantes do estado e disse que o Tribunal Regional Federal da 1ª Região vai precisar decidir sobre o benefício. 

“Dado o panorama da demanda, entendo ser pertinente a instauração do Incidente de Resolução de Demandas Repetitivas (IRDR) pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região, uma vez que se encontram presentes os requisitos elencados no art. 976 do CPC, conforme passo a expor”, disse o juiz na decisão. 

Suspensão da bonificação

Em janeiro deste ano, a juíza Marília Gurgel Rocha de Paiva e Sales, da Justiça Federal do Amazonas, suspendeu o bônus de 20% aos estudantes do estado. Na ocasião, a magistrada atendeu a ação movida por Caio Augustus Camargos Ferreira, do Distrito Federal, que disputava, à época, uma das vagas de Medicina na Ufam. 

O estudante alegou que a bonificação regional para estudantes locais “prejudica o ingresso de estudantes de outras Unidades da Federação, deixando mais longe o acesso ao curso desejado”.

FONTE: Por G1 AM

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