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Em Manaus, Alckmin diz que ainda não foi consultado por Lula sobre deixar Ministério do Desenvolvimento

Para conquistar apoio de deputados a propostas que considera prioritárias e melhorar a governabilidade, governo estuda fazer mudanças nos ministérios e nas estatais.

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Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

Após o governo federal sinalizar possíveis mudanças nos ministérios e nas estatais, o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Geraldo Alckimin, disse que ainda não foi consultado pelo presidente Lula sobre ceder o cargo de ministro para partidos do Centrão.

A declaração foi dada nesta terça-feira (25), durante visita do político à Rede Amazônica, em Manaus. 

“Não fui consultado e o cargo de ministro é de confiança do presidente da República”, disse.

Para conquistar apoio de deputados a propostas que considera prioritária e melhorar a governabilidade, o governo estuda fazer mudanças nos ministérios e nas estatais.

Conforme apuração do g1, pelo menos 11 pastas estão na mira do governo e também de políticos do Centrão, que podem ser beneficiados com cargos na Esplanada dos Ministérios.

Ao g1, Alckmin negou ter sido consultado pelo presidente para deixar o cargo que, segundo bastidores, em um das possibilidades estudadas pelo Planalto, poderia ser dado a Márcio França, que atualmente comanda a pasta de Portos e Aeroportos.

Como ministro do Desenvolvimento, Alckmin presidiu a 310ª Reunião do Conselho de Administração da Suframa (CAS), nesta terça-feira, na capital do Amazonas. Na ocasião, ele também participou da assinatura do contrato de gestão do Centro de Bionegócios da Amazônia (CBA). A instituição é voltada para pesquisas na região amazônica.

Ainda em Manaus, o vice-presidente inaugurou, ao lado do prefeito David Almeida, o Distrito de Micro e Pequenas Empresas (Dimicro). O espaço servirá como incubadora para 28 indústrias que atendem o Polo Industrial de Manaus.

Mudança descartada

Em pronunciamento na semana passada, o presidente Lula descartou mudanças no comando do Ministério da Saúde. A pasta, que tem um dos maiores orçamentos da Esplanada, é alvo de desejo do Centrão.

Logo após ser eleito, Lula escolheu para função a socióloga e pesquisadora Nísia Trindade, que foi presidente da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), de 2017 a 2022.

Ao comentar rumores de mudança na pasta, o petista afirmou que “tem ministros que não são trocáveis”.

FONTE: Por G1 AM

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