
O presidente do Sindicato dos Vigilantes de Manaus, Valderli Bernardo, cobrou segurança pública na capital após dois vigilantes serem assassinados em serviço. As mortes aconteceram em um intervalo de dois dias.
O primeiro caso ocorreu na noite de sábado (15). Na ocasião, um vigilante foi desarmado por um assaltante e morto com a própria arma em um posto de gasolina da capital.
O segundo caso mais recente foi na segunda-feira (17), e aconteceu em um shopping. Um segurança foi morto enquanto trabalhava no centro de compras.
Em vídeo enviado à Rede Amazônica, o presidente do Sindicato dos Vigilantes de Manaus criticou a segurança pública em Manaus.
“As autoridades policiais estão com as mãos sujas de sangue porque não conseguem combater a marginalidade na cidade. O segurança faz a vigilancia patrimonial, mas cadê a segurança pública que não funciona na nossa cidade?”, disse Valderli Bernardo.
Bernardo também criticou as condições de trabalho oferecidas pelas empresas de segurança privada e pelas contratantes do serviço.
“As empresas de segurança que não providenciam condições de trabalho para que o vigilante possa desempenhar suas atividades da melhor forma possível. Infelizmente, temos postos de serviço que não dão a mínima condição para que os trabalhadores possam assegurar sua integridade física”, afirmou.
“Agora é mais um pai de família que teve sua vida ceifada enquanto trabalhava dignamente”, finalizou.
O g1 solicitou um posicionamento da Secretaria Pública do Amazonas (SSP-AM), e aguarda retorno.
FONTE: Por G1 AM